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2014: Novos desafios

De 2013 para 2014 a equipe foi subdividida, para que cada um pudesse focar em uma grande área. Dentro disso, Felipe Toledo Duarte começou a trabalhar com o setor da Transmissão.


Ainda em 2014, ele e Felipe Fachinetto, vice-capitão na época, foram para Piracicaba acompanhar a competição da SAE. “Fomos os dois primeiros representantes da Escuderia a ir, sem carro nem nada. Fomos para fazer networking, conhecer equipes. E lá a gente até conseguiu alguma coisa, mas como os estudantes estavam muito focados no campeonato em si, não foi muita informação. No geral, foi valioso. Foi interessante poder ver como funcionava a competição para poder levar isso para a nossa equipe.”


Foi em 2014 que os membros começaram a perceber as dificuldades que enfrentariam no projeto. “A gente começou a ver o quanto era difícil trabalhar com um projeto do tamanho que é o Fórmula, o quanto de dinheiro que a gente precisava para poder conseguir montar o carro. Foi nesse momento que decidimos sair do veículo elétrico para um carro à combustão. Primeiro, pelo custo de bateria: o motor elétrico era muito mais difícil de ser feito. Em um primeiro momento a gente quis trabalhar com o elétrico justamente por ter muito menos equipes, mas a gente viu que era muito mais complexo. E o motor à combustão seria um pouco mais fácil de se trabalhar. E por afinidade também. Todo mundo era apaixonado por motor à combustão, quase todo mundo era engenheiro mecânico na época, tínhamos poucas pessoas de outros cursos: eram, em grande parte, da Engenharia Mecânica. Então optamos por ficar na combustão. Mas mesmo assim foi muito difícil. A gente corria atrás de patrocínio, não éramos aceitos porque não tínhamos nada em mãos ainda, não tínhamos um carro, não tínhamos um projeto bem descrito... então foi bem difícil conseguir esse primeiro avanço”.

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